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Mensagens

One in a Million

A Terry hoje pediu a todas as mulheres do grupo para divulgar o cancro inflamatório da mama e todo o trabalho que a fundação financia. Precisamos de financiar mais investigação, mais ensaios clínicos, porque o facto de ser raro, retira-lhe toda a prioridade em termos de financiamento. 

Se tiverem 12 minutos, ouçam este vídeo dela, o porquê de estar a fazer todo este trabalho e de divulgar os sintomas deste tipo de cancro, de financiar investigação dedicada, de dar voz a quem foi mal-diagnosticada ou a quem já morreu.

Só para registo, aqui em Portugal, já expliquei este tipo de cancro a muitos profissionais de saúde...médicos inclusive!




O vídeo da Terry gravado hoje
https://www.facebook.com/terry.lynn.arnold/videos/10212360753349680/

Mais acerca da rede
https://www.theibcnetwork.org/

Mais acerca da campanha por financiamento de investigação
https://www.firstgiving.com/huntforhope/one-in-a-million

Beijinho,
Vera

Mensagens recentes

Ad eternum.

Sim, presume-se que a fisioterapia me vai acompanhar por muitos anos, e isso será um ótimo sinal, se é que me entendem.

Sessão número 26 desta série pós-reconstrução a começar daqui a bocadinho.  Braço muito mais funcional, aderências e fibroses a cederem lentamente, mas a ceder.

Tenho de ver o copo sempre meio cheio, senão perco a minha sanidade mental. Tanta gente por aí que só vê os copos meio vazios, sem necessidade nenhuma.

Beijinhos
vera


Ps. Ignorando as dores físicas, o que magoa mais na fisioterapia é quando chamam por "vera mónica" no corredor.

Aparências

Lição do dia: não julgar um livro pela capa!

Hoje de manhã, estou eu na fisioterapia a fazer os meus exercícios e vejo um senhor já nos seus 70  anos, ou mais talvez, na bicicleta de mãos sem saber ligar a dita cuja.

Aqui a boa samaritana levanta-se e vai lá ajudar o senhor a iniciar o exercício. Volto as costas e penso que ele vai iniciar devagarinho, com pouca vontade de completar o exercício, como muitos dos outros pacientes que lá vejo.

Tinha eu terminado esse exercício com cerca de 77 rpm, sem o meu braço se queixar, e eis que quando me volto a sentar no meu exercício, vejo o senhor a "pedalar" a alta velocidade (78-79 rpm), cheio de vida e com um à vontade natural.

Amanhã vou ter de me esforçar, pelo menos para o conseguir acompanhar e não perder a corrida!

:)
Vera

Porquê divulgar?

Em 2013 andei às aranhas por causa de um "problema" na mama que não era facilmente identificável, vi médicos a espantarem-se pelo seu rápido crescimento e progressão, senti que era uma espécie de bicho de 7 cabeças a quem um sub-tipo raro de cancro de mama estava a atacar.

Esse sub-tipo é raro, maioritariamente desconhecido e perigosamente rápido a atingir o seu fim. Nestes últimos dias, temos recebido quase diariamente notícias menos boas nos fóruns americanos e britânicos que sigo.

Sei que vale a pena continuar a falar sobre o cancro inflamatório da mama, porque ainda esta semana me disseram que viram o meu post e que não conheciam este "bicho". Mais uma mulher informada, mais uma que estará mais alerta para as alterações do peito.

Já falei em posts anteriores sobre o cancro inflamatório,  também conhecido por mastite carcinomatose... e volto a relembrar os seus sintomas através da imagem. Dizem que valem por 1000 palavras.


Cuidem-se.

Bjinho,
Vera

Ps: As fibroses…

Fibroses, aderências e fisioterapia!

2 meses e 2 dias após a cirurgia e ainda ando entretida com esta vida de "dondoca" das plásticas.

Tinha eu estimado inicialmente que já estaria quase "fit" nesta altura. Deve ser por estas e por outras que ainda não ganhei o Euromilhões. Não acerto lá muito nestas coisas da adivinhação...

As fibroses e aderências têm-me dado o que fazer. Depois de o novo membro estar em condições de ser mexido, iniciamos a fisioterapia diária e as drenagens e massagens para lhe dar alguma flexibilidade e mobilidade, porque formou-se muita fibrose e houve aderências dos tecidos ao músculo peitoral e às costelas. Limitou a amplitude do braço e a sensação de algo não natural no peito. Uma espécie de implante de silicone que não tenho, na verdade.

Entretanto, com a minha querida fisioterapeuta Mónica a massacrar-me diariamente e com os tratamentos de laser e "vácuo" pela simpática Ágata, já se notam bastantes progressos e mais naturalidade nos tecidos "transplantados&quo…

42 dias de...penso!

É isso mesmo...sempre que penso que já se passaram 42 dias após cirurgia, também penso nos "pensos" que tenho feito diariamente. Tem sido dias e dias a fio a fazer penso numa das zonas em que rebentaram os pontos inicialmente e depois o hematoma. Não é que doa, porque de facto não dói ( a não ser aquela parte em que o Dr. Conde me espremeu manualmente e depois a bendita drenagem).

Não dói, mas é chato para caraças. É a prova que não vale a pena planear nada, porque não é a nossa vontade que determina o sucesso ou insucesso das coisas, nem o rumo que queremos tomar. É a própria sorte ao jogo, ou o azar talvez.

Ainda hoje escrevia a uma das minhas amigas americanas (a fundadora do grupo de apoio) que ainda não há "regrets" aqui por este lado, mas não é tudo um mar de rosas, como deveria ser. Por lá também não.  Ela foi operada no mesmo dia que eu e fez reconstrução bi-lateral após vários anos sem sequer equacionar sujeitar-se a esta cirurgia. Estava tudo a correr li…

Praia e espartilho

Um mês e dois dias após a cirurgia, voltei a ter "vida social", ainda que ainda com um bocado de receio de cair, de alguém me dar um encontrão ou qualquer coisa do género. Não há planos de recuperação perfeitos, tive já algumas complicaçõezitas espontâneas, por isso não quero provocar quaisquer outras. No entanto, hoje foi dia de alguma normalidade pré-operatória.

A Costa Nova hoje estava mais agradável do que em alguns dias de verão. A praia e o sol estavam ótimos, deu até para molhar os pés e tentar aumentar os meus níveis de vitamina D.
Eu, a Rita, o charmoso e o meu "espartilho" a apanhar sol!

Depois de uma reconstrução TRAM, é recomendado o uso de uma cinta (aka espartilho, objeto de tortura, espremedor, torturete, etc.), por um período que pode ir até largos meses após cirurgia, mínimo 3-4 meses, segundo consta. Ainda só passou 1 mês e eu já tenho pena das mulheres da era vitoriana e outras que vestiam coisas apertadas debaixo da roupa por sistema...

Só se p…